Política

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Comunidade orientada para a discussão política.

founded 5 years ago
MODERATORS
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O que é que quer dizer "Plano Nacional de Restauro da Natureza"? Platio de eucaliptos? Ou há realmente algo a ter em conta?

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No que toca ao BCE os analistas prevêem aumento da taxa derrota do verão e outro no final do ano.

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Seis meses após as eleições autárquicas, o Chega enfrenta uma onda de saídas de vereadores eleitos, com vários autarcas a abandonarem o partido ou a estabelecerem acordos com outras forças políticas, alterando o equilíbrio de poder em diversas câmaras municipais.

  • O CH pelos vistos é uma espécie de plataforma fácil para alavancar a carreira. Provavelmente noutras cores políticas não seria tão fácil.
  • Nota-se que estes candidatos juntaram-se ao CH não pelos seus ideias mas apenas por interesse.
  • O tal voto de protesto que estes candidatos recolhem defraldam logo os eleitores porque afinal juntam-se a outras forças políticas assim que podem.

Assim, se vê que votar nessa gente é uma nulidade. Nem ideiais diferentes muito menos voto de protesto.

Querem protestar votem sim, mas em branco.

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The Banality of AI (tech.michaelaltfield.net)
submitted 6 months ago by maltfield@lemmy.ml to c/politica@lemmy.pt
 
 

The Banality of Artificial Intelligence

What happens when an AI hallucination leads to bombing an elementary school?

By Michael Altfield
License: CC BY-SA 4.0
https://tech.michaelaltfield.net/

It appears likely that the US government is using Anthropic, OpenAI, Google and/or xAI data models for processing signals intelligence (SIGINT), for AI-generated "kill lists" to determine where to drop their bombs.

Image shows a nazi german chemical war factory on the left in black-and-white (with logos of companies Bayer and BASF overlaying it) and an image of a new AI datacenter on the right (with logos of companies OpenAI and Anthropic overlaying it). In the middle of the two industrial sites is an equal sign. On the right is a question mark.
[right] This AI datacenter is a machinery of war. Its LLM hallucinations decide which children to assassinate [left] This IG Farben (Bayer/BASF) factory in Auschwitz produced Zyklon B for the Nazis, who murdered over a million children

In Apr 2024, +972 (an Israeli news outlet) published a >9,000 word article describing how the Israeli military had been using Artificial Intelligence to decide which (residential) buildings, hospitals, and schools to bomb in Gaza.

In Feb 2026, the US (and Israel) bombed Iran -- killing over 100 schoolchildren (and Ali Khamenei).

In Mar 2026, it appears that the US has likely built a similar system, leveraging US AI companies' tech to decide which (school) buildings to bomb, false-positive hallucinations be damned.

Who targeted the Shajareh Tayyiba girls' elementary school in Minab, Iran? Could it have been an AI hallucination? A false-positive?
...


Read the full article here:

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Mais informação

Webinar por uma entidade que aprecio muito (IPPS-Iscte) onde são apresentados alguns dados recentes sobre as condições do trabalho Português em comparação com a União Europeia e de seguida se pode assistir a uma discussão sobre o "pacote laboral".

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submitted 7 months ago* (last edited 7 months ago) by mitram2@lemmy.pt to c/politica@lemmy.pt
 
 

Pergunto porque não sinto grande motivação para votar em ninguém.

No mínimo vou votar em branco, mas gostava de saber se alguém está motivado e quais são os vossos motivos.

Boa reflexão amanhã!

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cross-posted from: https://lemmit.online/post/6458046

This is an automated archive made by the Lemmit Bot.

The original was posted on /r/portugal by /u/throwaway4838381 on 2025-07-31 10:25:52+00:00.


Todos os anos, Portugal é palco de incêndios devastadores que assolam sobretudo zonas rurais e florestais, num país onde 84% da propriedade florestal é privada.

A direita apresenta-se, quase sempre e não só neste tema, com a mesma cartilha: os problemas do país resolvem-se com "mão pesada". Seja criminalidade, incumprimento fiscal ou comportamentos de risco – a solução passa invariavelmente por penas mais duras, multas mais elevadas, menos Estado interventivo e mais responsabilização individual.

Eis que ontem, ao assistir ao programa Linhas Direitas da SIC Notícias, assisti a um daqueles momentos que merecem ser partilhados, tal foi o nível de hipocrisia.

Miguel Morgado propôs uma medida para solucionar o problema dos incêndios. Esta solução não passa por fiscalizar o cumprimento da lei (limpeza dos terrenos) nem pela aplicação de multas mais pesadas aos incumpridores. A solução passa por… subsidiar os proprietários privados pela limpeza dos seus terrenos. E, pasme-se, a Cristina Rodrigues (Chega) concordou. Sim, o mesmo Chega que vocifera diariamente contra "subsídios para quem não quer trabalhar", contra o RSI, os apoios sociais para os “malandros do costume", etc., agora acha normal o Estado subsidiar privados para cumprirem aquilo que já é, em teoria, uma obrigação legal – manter os seus terrenos limpos.

Mas não ficou por aqui. O próprio Miguel Morgado reconheceu que esta medida exigiria fiscalização e controlo para evitar fraude ou atribuição indevida... exatamente o tipo de aparato burocrático que a direita costuma criticar ferozmente quando aplicado aos apoios sociais, e o argumento que ele próprio utilizou para justificar o abandono e dificuldade da via punitiva – por ser "ineficaz e difícil de fiscalizar".

Surgem então as perguntas óbvias:

  • Se o problema é o incumprimento da lei, por que não manter a linha dura habitual e aplicar multas (e mais pesadas)?
  • Se subsidiar alguém para cumprir a lei é aceitável neste caso, porque não, por exemplo, subsidiar condutores a não beberem ou utilizarem o telemóvel ao volante? Porque não subsidiar cidadãos para o cumprimento de toda e qualquer lei, reduzindo assim o crime?
  • Será que os subsídios só são "maus" quando vão para os pobres ou vulneráveis, mas são "sensatos" quando se destinam a proprietários ou ao patronato?

Este episódio é um exemplo claro da hipocrisia ideológica. Quando se trata de subsídios, a direita não é contra. É apenas seletiva quanto a quem devem beneficiar.

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Para quem quiser ter 1 visão do espectro...

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Maduro obteve 5,15 milhões de votos, à frente do candidato da oposição Edmundo Gonzalez Urrutia, que arrecadou pouco menos de 4,5 milhões (44,2%).

Personagem de Star Trek, Kirk, sarcasticamente surpreendido

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Ora toma!

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Os 230 (www.os230.pt)
submitted 2 years ago by Ninguem@lemmy.pt to c/politica@lemmy.pt
 
 

Mais uma tentativa?

Como se compara com https://www.futurodemocratico.pt/ ?

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Alguém conhece isto?

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Alguém conhece a app sugiro.eu?

Instalei e reportei alguns casos, mas fica tudo sempre no estado "À espera que alguém se mexa". Pelos vistos ninguém se mexe.

O sítio vai ter à empresa que, com certeza, fez a plataforma, limpou uns trocos, e depois a abandonou. É a ideia que dá.

É mesmo difícil ser cidadão em Portugal!...

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submitted 2 years ago* (last edited 2 years ago) by Ninguem@lemmy.pt to c/politica@lemmy.pt
 
 

Ou é mais um daqueles que fez alguma coisa só para ganhar uns trocos da UE e depois nunca mais lhe tocaram?

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As assembleias de cidadãos (ACs) serão compostas por participantes escolhidos por amostragem entre toda a população. Serão pessoas comuns e sem quaisquer elos ao partido. Cada participante desempenhará funções por um período de aproximadamente 6 meses, sendo substituído ao final desse período.

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O Que É Anarquismo? (yt.artemislena.eu)
submitted 2 years ago* (last edited 2 years ago) by Five@slrpnk.net to c/politica@lemmy.pt
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não há ainda comunidade de economia

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Siervos de Dios, del Estado, del progreso, de la humanidad, del dinero… Estamos rodeados de fantasmas, coerciones impuestas por entes abstractos e ideas que no sirven al individuo. Max Stirner critica esta situación y propone un egoísmo que permita realización individual al margen de estos poderes coercitivos.

Max Stirner es un filosofo alemán que ha tenido gran influencia en pensadores como Nietzsche, Marx y Feuerbach. Es considerado por muchos como fundador del anarquismo individualista, aunque también tuvo adeptos fascistas, como Benito Mussolini y Georges Valois. Su filosofía supuso una crítica mordaz a los asuntos ajenos al individuo que a día de hoy sigue siendo de gran actualidad.

Cuando los patriotas o individuos obligados a luchar mueren masacrados para defender «la gran causa de su nación», lo hacen por algo que les es ajeno. A día de hoy vemos como militares pierden sus vidas para servir a una élite y a una nación que se llevan todo el beneficio de su sacrificio y les ofrecen unas pocas palabras de agradecimiento. Son siervos sin libertad que mueren para servir a otras personas.

De la misma manera hay personas que dedican su vida a servir a un dios, al progreso, a la humanidad, a los derechos de los animales, al dinero, etc. Sin embargo, para Stirner, la influencia moral está basada en la sumisión. El individuo no es siervo de ninguna moralidad, sino que sigue sus propios deseos.

Hay asociaciones que subyugan al individuo, como el Estado y los partidos políticos. En El único y su propiedad Stirner habla de una «unión de egoístas», una asociación voluntaria de individuos conscientemente egoístas, que puede ser disuelta cuando deje de ser de utilidad para sus participantes. Stirner también rechaza la idea de que el individuo se someta a la mayoría (democracia), al progreso, al bien común, a un rey, a una bandera… Prefiere que la gente actúe de forma anárquica, formando uniones temporales y cambiantes que se adapten mejor a los deseos de cada persona.

Nuestra sociedad es algo bien diferente: somos oprimidos por el Estado, por las empresas, por el mercado… El Estado está lleno de corruptos, nos impone impuestos —por el bien común—. Estamos pagando la propaganda estatal, los sueldos de funcionarios, de policías, militares. Enviamos a lugares remotos armas que usan aliados neonazis o terroristas para luchar por la democracia, por la justicia… Hay quienes sienten orgullo de formar parte de este paraíso, ondean telas de colores y articulan «su» meditada opinión. ¿Creerán en fantasmas cuando no tengan nada que llevarse a la boca?, ¿cuándo no pueda evadirse más?

Con la extinción masiva de especies, la brutal perdida de suelo, el encarecimiento del petróleo y demás problemas creados, quien peor parado puede salir es quien vive en otra realidad, aunque nadie se libra.

Del Imperio romano muchos ciudadanos consumían su vida presenciando espectáculos, subsistiendo gracias al grano que el estado les suministraba mientras podía: panes et circenses. Algún día dejaría de ser accesible el alimento, dejaría de protegerlos la decadente Roma. Sin saber subsistir en el desamparo ni poder encabezar sus vidas, llegarían mercenarios para cortarles las cabezas.

A día de hoy vemos como las personas son esclavas también de la tecnología. Mucha gente es esclava de programas privativos, adictivos y estresantes que incitan a la gente a proporcionar contenido de forma gratuita a grandes empresas tecnológicas que se lucran enormemente mientras venden cosas innecesarias a sus usados (no usuarios). Vivimos en una sociedad enferma, engañada con la falsa felicidad de las redes sociales, harta del mundo.

En el ámbito económico, los bancos centrales controlan la emisión del dinero —trozos de papel y metales baratos a los que la gente da valor— provocando inflación y crisis. Por otro lado, hay formas de lograr una economía más descentralizada y soberana usando criptomonedas, monedas locales, realizando trueques… pero no es algo súper extendido. Hay gente egoísta que pasa lo máximo posible de la política y vive de forma bastante anárquica, creando amistades y uniones satisfactorias, usando tecnologías libres, ignorando leyes e imposiciones morales, etc. Stirner ha sido una gran influencia para muchas de estas personas.

Stirner dice que «El Estado llama ley a su propia violencia y crimen a la del individuo». El único y su propiedades una obra mordaz, revulsiva, anárquica de la que podemos aprender mucho. Hay que disfrutar de la vida lo máximo posible y combatir las imposiciones ajenas, ya sean estatales o sociales. Hay que huir de la esclavitud y disfrutar del camino hacia nuestra propia libertad.

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